quarta-feira, 18 de novembro de 2009

LocastPOA: projeto de jornalismo geolocalizado da PUCRS, MIT e Grupo RBS


Jornalismo móvel, jornalismo locativo, jornalismo hiperlocal. As tecnologias móveis com conexões sem fio e aplicações GPS em mapas ocupam cada vez mais espaço nas experiências que circulam na web. Com a apropriação destas características foi lançado na última segunda-feira no Brasil o projeto LocastPOA. A iniciativa, com propósito de produção de conteúdo jornalístico com características de ultra-localismo com uso de celulares com GPS, é uma parceria entre o curso de Comunicação Social (Famecos) da PUC-RS, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e jornalistas do Grupo RBS. As notícias, produzidas em vídeo, vêm vinculadas a um mapa através de GPS, com a demarcação da localização de onde o fato acontece. Para isto os jornalistas utilizam celulares e fazem a edição diretamente no aparelho e na hora. A primeira etapa do projeto, de produção de conteúdo jornalístico, vai até o dia 23 de novembro. Acompanhe o projeto por aqui ou através do blog Ubimidia, do coordenador do projeto, Eduardo Pellanda.

P.S: Para quem quiser saber mais sobre projetos relacionadas a mídia locativas, geolocalização, mobilidade vale a pena ver o projeto dos alunos de graduação do professor André Lemos na UFBA denominado Vila Brandão Existe com uso de QR Codes. Ou acessar a edição especial da sobre comunicação móvel no Brasil na Wi-Journal.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Reportagem multimídia do JC Online sobre bicicletas


Os grupos de comunicação ainda investem muito pouco na produção de matérias convergentes ou reportagens multimídia. O jornalismo digital - com os recursos do ciberespaço, da web 2.0, das narrativas transmidiáticas - têm à disposição um arsenal para a experimentação ou o desenvolvimento de formatos mais inovadores. É claro que as redações online ainda são enxutas demais para liberar uma equipe para o lado mais criativo e aprofundado da produção em linguagem multimídia. Mas aí está um exemplo: é o caso das reportagens especiais multimídias, do portal JC Online (Recife), que conheci há pouco e in loco durante temporada de pesquisa de campo do doutorado. A equipe já ganhou vários prêmios nacionais e internacionais. A mais recente produção foi a reportagem multimídia A revolução das bicicletas – uma história em quadrinhos sobre os desafios do trânsito da vida real. Quadrinhos, vídeos, fotos, storyboard, making off, interatividade fazem parte desse especial capitaneado pela jornalista Julliana de Melo e design de Sidclei Sobral.
Sempre fui fascinado por bicicletas. É a mobilidade em duas rodas. Boas lembranças....

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Lançamento do livro "Metamorfoses Jornalísticas II" na Feira do Livro de Porto Alegre

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Livro Metamorfoses Jornalísticas II será lançado em Porto Alegre e São Paulo


"O jornalismo já não é mais o mesmo. Questões tecnológicas, sociais e legais vêm modificando o campo em ritmo acelerado."
É assim que começa o prefácio do professor-doutor da PPGCOM/UFRGS, Alex Primo, para o livro Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009), organizado pelos professores Demétrio de Azeredo Soster e Fernando Firmino da Silva e que será lançado em Porto Alegre (14/11), durante a 55ª Feira do Livro, e em São Paulo (26/11) durante o Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo - SBPJor. A capa foi elaborada pelo designer Rudinei Kopp, autor de Design Gráfico Cambiante.

O livro trata-se de uma obra indispensável para professores, estudantes, pesquisadores e profissionais para pensar as transformações pela qual o campo do jornalismo passa nos seus aspectos de produção, distribuição e recepção de conteúdo com os processos de digitalização, convergência e de multiplicação de plataformas midiáticas. Catorze autores, especializados em suas respectivas áreas, lançam olhares e questões sobre os fenômenos emergentes em torno do jornalismo contemporâneo com a crescente complexificação de seus processos. Infografia, midiatização, jornalismo móvel, blogs, Wikipédia, radiojornalismo, telejornalismo, redes sociais, gêneros, fotojornalismo e documentários são alguns dos temas tratados nesta edição.

O livro é o segundo volume da série Metamorfoses Jornalísticas. O primeiro tratou das "formas, processos e sistemas", enquanto que o segundo analisa as "reconfigurações da forma" do fazer jornalístico. Ambos volumes se inserem em um contexto mais amplo, do qual fazem parte ainda dois outros livros – Edição em jornalismo: ensino, teoria e prática (Edunisc, 2006) e Edição de imagens em jornalismo (Edunisc, 2008), cujo objetivo tem sido observar as complexificações que se estabelecem no jornalismo a partir do momento em que ele se vê imerso em um cenário altamente tecnologizado, tendo a internet como ponto de referência sócio-histórico.

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O que: Lançamento do livro Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009)
Quem: Demétrio de Azeredo Soster e Fernando Firmino da Silva (Organizaodores)
Quando: 14/11 (sábado, 18h30) e 26/11 (quinta, 20h)
Onde: Porto Alegre (na 55ª Feira do Livro, 14/11) e São Paulo (7ª SBPJor, 26/11).


O SUMÁRIO:


PREFÁCIO
Alex Primo

APRESENTAÇÃO
O SEGUNDO PASSO
Demétrio de Azeredo Soster, Fernando Firmino da Silva

COMO O DISPOSITIVO PREPARA PARA O GÊNERO JORNALÍSTICO?
Lia Seixas

REDES SOCIAIS NA INTERNET, DIFUSÃO DE INFORMAÇÃO E JORNALISMO: elementos para discussão
Raquel Recuero

OS BLOGS E OUTRAS NARRATIVAS DO CIBERESPAÇO
Cláudio Cardoso de Paiva

COLABORAÇÃO, EDIÇÃO, TRANSPARÊNCIA: desafios e possibilidades de uma “wikificação” do jornalismo
Carlos d’Andréa

REPORTAGEM COM CELULAR: A visibilidade do jornalismo móvel
Fernando Firmino da Silva

SOBRE ZH: Zero Hora Responde
Antonio Fausto Neto

MODELO PARA ANÁLISE DO JORNALISMO MIDIATIZADO
Demétrio de Azeredo Soster

ESPAÇO CRÍTICO NO JORNALISMO: para além da indústria, do intelectual e do consumo polêmico
Jairo Ferreira

DO ANALÓGICO AO DIGITAL: notas sobre o telejornal em transição
Fabiana Piccinin

A TRAVESSIA DO ANALÓGICO PARA O DIGITAL NA TV CABO BRANCO – PARAÍBA
Águeda Miranda Cabral

BASES DE DADOS E INFOGRAFIA INTERATIVA: novas potencialidades, conceitos e tendências
Adriana Alves Rodrigues

VALOR NOTÍCIA X VALOR IMAGEM. FORMATOS DO FOTOJORNALISMO EM REDES DIGITAIS
José Afonso da Silva Junior

O PROCESSO DE MUTAÇÃO DA PRODUÇÃO DO
RADIOJORNALISMO

Nelia R. Del Bianco

O OLHAR DE VERTOV PARA VER HOJE
Jair Giacomini

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Portugal: Universidade e mercado discutem o jornalismo móvel em encontro

O Labcom (Laboratório de Comunicação Online) da Universidade Beira Interior, de Portugal, realizou entre os dias 23 e 25 de outubro o 1o Encontro da Montanha para discutir o tema "Jornalismo e Redes Móveis". O evento foi organizado por Antonio Fidalgo e João Canavilhas. O blog do Encontro traz resumos e entrevistas em vídeo das discussões. Apresento este post porque boa parte da discussão abordou mesmo o jornalismo móvel com suas perspectivas, contradições e potencialidades, o que muito me interessa. Para os interessados no tema reúno abaixo alguns links do encontro com programação, resumos, videos, discussão no Twitter e etc. [Obrigado Pedro Jerónimo pela dica].

Abaixo video com Juan Miguel Aguado, que defendeu no evento a idéia de que "estamos a caminhar para um ecossistema mediático líquido" com a emergência da comunicação móvel.

sábado, 17 de outubro de 2009

ABCiber 2009 - chamada de trabalhos até 26 de outubro

sábado, 19 de setembro de 2009

Equipe de 18 jornalistas da RTP em cobertura móvel de eleições




Uma equipe de 18 jornalistas da RTP (Rádio e Televisão de Portugal) e Antena 1 está realizando cobertura jornallística das Eleições Legislativas 2009 a partir do uso de celulares dentro do conceito de jornalismo móvel. As atualizações ocorrem em tempo real com transmissões ao vivo, postagem de fotos ou via Twitter. "É uma iniciativa com uma dimensão inédita em Portugal. Para além do trabalho diário que os vários jornalistas realizam para a televisão e rádio, o uso do telemóvel em tempo real, na rua, abre uma nova dimensão", destaca matéria sobre a iniciativa.
A estrutura de cobertura móvel se utiliza de celulares 3G e das aplicações Flickr (para imagens), Qik (videos) e Twitter (para textos). Possivelmente seja esta a maior experiência de jornalismo móvel em grupos de comunicação em termos de quantidade de profissionais envolvidos (18 no total). A introdução de tecnologias móveis digitais em grandes coberturas ganha cada vez mais espaço, principalmente com o uso de celulares com tecnologia de terceira geração embarcada nos dispositivos.
No último post mostravamos a série de reportagens do Jornal da Record feita conduzida exclusivamente com um celular Nokia N95. A mobilidade e a portabilidade oferecidas pelos dispositivos móveis em redes sem fio permitem, de uma forma praticável, a emissão de conteúdo jornalístico a distância. Jornalismo-mobilidade-conexão e emissão estão numa relação mais intrínseca. E não somente os grupos de comunicação detêm estas possibilidades. O jornalismo participativo vem se apropriando dessa estrutura móvel para noticiar fatos de grande repercussão e caráter político, ativista, cultural.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Celular na produção jornalística

São muitas as práticas associadas ao celular e aos dispositivos móveis na cena contemporânea. Os estudos da comunicação móvel resultam das novas implicações que emergem deste novo contexto. Este blog, como uma espécie de diário de campo de uma pesquisa de doutorado em andamento, faz parte desta tentativa nossa de mapear e compreender este cenário a partir da perspectiva do jornalimo. Desde 2007 que observamos a introdução mais intensa de tecnologias móveis como os smartphones, netbooks e de conexões sem fio na produção jornalística como experiência ou como uso sistemático.
O programa Jornal da Record começou na última segunda-feira uma série de reportagem, denominada "deixo que eu filmo", realizada exclusivamente a partir de um aparelho celular Nokia N95. Durante 40 dias o repórter Vinicius Dônala trabalhou nesta série que está sendo exibida esta semana (veja video abaixo). A particularidade esta no uso de celular em vez de câmeras convencionais. Para aproximar das condições reais de uma equipe jornalística de tv foram desenvolvidos alguns acessórios para uma melhor apropriação para a prática como relatado em matéria do portal da Record:

"A nova série do Jornal da Record, que vai ao ar até o próximo sábado (19), apresenta uma matéria exclusiva realizada com um aparelho de telefone celular. A equipe de reportagem da Record desenvolveu uma grua (espécie de guindaste utilizado em gravações, para movimentação da câmera em tomadas de cena do alto) e acoplou um telefone celular na ponta de um cano de PVC para realizar a captação das imagens e também para gravar as passagens (momento que o repórter aparece na matéria) de Vinícius Dônala."

Estamos diante de um ambiente móvel de produção. As tecnologias móveis e as conexões sem fio caminham para uma integração mais afunilada com a prática jornalística. Além dos dispositivos, cada vez mais híbridos e com crescente potência computacional, há uma série de aplicações na Web que oferta novas possibilidades para repórteres em mobilidade, em campo. Mini cameras como Flip, netbooks, celulares como Nokia N97, N900, iPhones e a expansão da computação em nuvem (apesar de instabilidade das redes móveis banda larga) permite a visualização de um cenário bem distinto de, digamos, há cinco anos.
Aos profissionais de comunicação, cabe a possibilidade de novas experimentações.
Aos pesquisadores, diante desse novo fenômeno, cabe endereçar novas questões visando problematizar para compreender as implicações (potencialidades e consequências) do uso de tecnologias móveis na rotina diária do jornalismo.

Obrigado a Sidclei Sobral pela dica.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Lançamento do livro Metamorfoses Jornalisticas 2


[Replico do Blog do Dê, o post abaixo]

"A quem interessar possa: o primeiro lançamento do livro Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009), organizado por mim e por Fernando Firmino da Silva, será realizado às 18h30 do dia 14 de novembro de 2009, um sábado, na 55ª Feira do Livro de Porto Alegre. O livro também será lançado no III Simpósio Nacional ABCiber, de 16 a 18 de novembro, e no 7º Encontro da SBPjor, de 25 a 27 de novembro.

Em linhas gerais, Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração da forma busca compreender não apenas o momento evolutivo em que nos encontramos, mas, principalmente, as formas e processos que se instauram a partir do cenário de profunda imersão tecnológica em que o jornalismo se encontra.

Trata-se de uma espécie de mapa por meio do qual busca-se sistematizar não apenas as mudanças que se observam nos dispositivos midiáticos-comunicacionais quando se estruturam em rede em uma escala de dimensões planetárias, mas, também, no que tange às novas formas de se exercer e estruturar o jornalismo.

O livro é composto pelos seguintes autores-pesquisadores: Alex Primo (apresentação), Lia Seixas, Raquel Recuero, Cláudio Paiva, Carlos D’Andrea, Fernando Firmino da Silva (org.), Antônio Fausto Neto, Demétrio de Azeredo Soster (org.), Jairo Ferreira, Fabiana Piccinin, Águeda Miranda Cabral, Adriana Alves Rodrigues, José Afonso Júnior, Nelia Del Bianco e Jair Giacominni."

sábado, 29 de agosto de 2009

Redes sociais, política e protestos na web


Veja a reportagem da TV Assembléia da Bahia sobre redes sociais, política e manifestação na internet. Entre os entrevistados está o Yuri Almeida do blog Herdeiro do Caos e eu também. Eu destaco o fato de que as apropriações de ferramentas da rede como Twitter para as manifestações na rede vão criar interface com o espaço urbano levando estes protestos para o espaço urbano. Para localizar especificamente esta matéria vá até os 14min40s.

(só uma ressalva: os créditos dos entrevistados estão trocados: onde aparece Fernando Firmino leia-se Yuri Almeida e vice-versa).

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Nokia N900

sábado, 15 de agosto de 2009

Lançamento da edição especial sobre comunicação móvel da Wi: Journal of Mobile Media


Wi: Brasil

O Mobile Media Lab (MML) Montreal-Toronto está feliz em anunciar o lançamento do número especial do Wi. Journal of Mobile Media, disponível on-line em http://www.wi-not.ca/. Os editores convidados, Dr. Fabio Botelho Josgrilberg (Universidade Metodista de São Paulo) e o Dr. André Lemos (Facom/UFBA, Bahia) apresentam neste número nove artigos sobre o contexto específico brasileiro. Todos escritos por autores brasileiros cuja competência e interesse abrangem disciplinas como comunicação, filosofia, semiótica, psicologia social, economia, sociologia e estudos culturais.
Os artigos cobrem uma gama de assuntos incluindo: comunicação móvel, tecnologias móveis no jornalismo, redes sem fio na cidade, mídia locativa, vigilância, espectros políticos e cultura dos motoboys.Wi está livremente disponível on-line e é uma produção colaborativa do MML. Utilizar programas de fonte aberta permite ao Wi mobilizar uma integração de imagens, texto, vídeo e sons. Os artigos estão também disponíveis para impressão em PDF.Visitem o website da Wi e tenham uma excelente leitura.

Conselho Editorial da Wi
Kim Sawchuk
Andrea Zeffiro
Michael Longford
Barbara CrowJanice
LeungSanja Obradovic

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Wi: Brazil

The Mobile Media Lab (MML) Montreal-Toronto, are pleased to announce the launch of special issue of Wi Journal of Mobile Media. It is now available online at http://www.wi-not.ca/.
Guest-edited by Dr. Fabio Botelho Josgrilberg (Metodista, São Paulo) and Dr. André Lemos (Federal University of Bahia) this issue features nine articles that address the specific context of Brazil.
All are written by Brazilian authors whose expertise and interests span the disciplines of communications, philosophy, semiotics, social psychology, economics, sociology, and cultural studies. The topics cover a range of issues including: mobile communication, mobile technologies in journalism, wireless in the city, locative media, surveillance, spectrum politics, and moto-boy culture.
Wi is freely available on-line and is a collaborative production of the MML. Using open-source software allows Wi to maximize the hyper-linked integration of image, text, video, and sound.
Visit the Wi journal website and have a good read!

The Wi Editorial
TeamKim Sawchuk
Andrea Zeffiro
Michael Longford
Barbara CrowJanice
LeungSanja Obradovic

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Wi: Brésil

Le Mobile Media Lab (MML) Montréal-Toronto est heureux d'annoncer le lancement du numéro spécial de Wi. Journal of Mobile Media est disponible en ligne à http://www.wi-not.ca/.
Les rédacteurs invités, Dr. Fabio Botelho Josgrilberg (Université Méthodiste de Sao Paulo) et Dr. André Lemos (Facom-UFBA, Bahia) ont réuni dans ce numéro neuf articles sur le contexte spécifique brésilien.
Tous les textes ont été écrits par des auteurs brésiliens, dont l'expertise et l'intérêt touche des sujets comme la communication, la philosophie, la sémiotique, la psychologie sociale, l'économie, la sociologie et les études culturelles. Les articles couvrent un large éventail thématique, notamment: la communication mobile, le journalisme mobile, les réseaux sans fil dans la ville, les médias de location, surveillance, spectres politiques et la culture des "moto boys".
Wi est disponible gratuitement en ligne et est une production collaborative du MML. L'utilisation des logiciels libres de source-ouverte permet à Wi l'intégration d'images, de textes, de vidéos et de sons. Les articles sont également disponibles pour l'impression en PDF.
Visitez le site web de Wi. Nous vous souhaitons une excellente lecture!

Comité de rédaction de la Wi
Kim Sawchuk
Andrea Zeffiro
Michael Longford
Barbara Crow
Janice Leung
Sanja Obradovic

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

TV ao vivo no iPhone: será o futuro da recepção de tv em mobilidade?

Os dispositivos móveis cada vez mais se sofisticam no quesito produção e consumo de informação em mobilidade. As redes móveis (Wi-Fi e 3G) mais celulares como iPhone desencadeiam novas práticas como assistir tv ao vivo do celular distante das torres de transmissão das tvs abertas. Não me refiro à recepção de sinal da tv digital no celular que o modelo japonês implantado no Brasil permite, mas que não avançou ainda pela falta de celulares disponíveis no país de forma mais acessível. Alguns celulares disponíveis no mercado (legal e pirata) vêm com receptor de tv aberta, mas no formato anterior das mini-tv (com sinal comprometido pelo alcance da cobertura e pelo movimento do usuário). A diferença mesmo está acontecendo com as aplicações para iPhone que permitem ao usuário assistir em streaming ao vivo programação de emissoras de tv ou ouvir rádio como a BBC de Londres e Al Jazeera. Neste caso aqui o canal de tv pode ser classificado "sem fronteira" uma vez que não importa onde o usuário se encontra desde que uma conexão Wi-Fi ou 3G esteja disponível. Em vídeo a BBC demonstra como funciona sua aplicação no iPhone e, abaixo, outro vídeo apresentando transmissões no celular. A Livestation é uma das responsáveis pelas aplicações. O importante é situar essa evolução e as implicações que representam na forma de assistir tv tendo a portabilidade e a mobilidade como fatores novos. No Japão mais de 70% dos que têm dispositivos móveis assistem televisão pelo celular.

Live TV iPhone app for Broadcasters from Joe Connor on Vimeo.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Dossiê sobre Comunicação Móvel no Brasil

Acaba de ser publicado o número especial do Wi: Journal of Mobile Media sobre o Brasil com a temática Comunicação e Mobilidade. Tive o prazer de participar desta edição, à convite de Andre Lemos e Fábio Josgrilberg, com o artigo Mobile Technologies as production platforms in Brazilian journalism, onde apresento uma discussão sobre o jornalismo móvel com a indicação de algumas experiências do país a partir do uso de tecnologias móveis e conexões sem fio na rotina jornalística. Esta edição certamente é a publicação que aborda com mais profundidade o fenômeno da comunicação móvel no Brasil como Estado da Arte contribuindo efetivamente para as discussões na área. Abaixo todos os artigos disponíveis para leitura:


It is a great pleasure to present Wi: Journal of Mobile Media’s third issue. What differentiates it from previous issues is its focus on a single country, namely, Brazil. More importantly, with views, cases and theoretical discussions made by Brazilian researchers and artists.

MOBILE COMMUNICATION: THE BRAZILIAN PARADOX
By Eduardo Campos Pellanda

Cell phones are one of the icons of the post-modern age because they represent many possibilities converged in one single device. They connect people, and at the same time, they are used more generally to organize life through textual, audio and video platforms...

LOCATIVE MEDIA IN BRAZIL
By André Lemos

Paradoxically, mobility media are localization media. It is interesting to note that locative media, which emphasize places, are furnished by mobility technologies that combine devices (laptops, smart phones, PDA and...

RISKY APPROXIMATIONS BETWEEN SITE-SPECIFIC AND LOCATIVE ARTS
By Lucas Bambozzi

I'd like to address the term 'site' as a field of semantic migrations, as migrations that occur due to cultural dislocations, linguistic operations, technological influences, poetic licenses or theoretical digressions.

"WE ARE AS WE MOVE ON": MOTOBOYS ICONOMIC EVOLUTION IN SÃO PAULO
By Gilson Schwartz

Man is born free, and everywhere he is in chains. Many a man believes himself to be the master of others who is, no less than they, a slave. How did this change take place? I do not know. What can make it legitimate?

MULTIFACETED COMMUNICATION PROCESSES: WHICH THEORIES?
By Lucia Santaella

In the South American context, especially in Brazil, the main theories adopted by scholars of communication studies for decades have been the critical theories rooted in the Frankfurt School, ?

DISTRIBUTED SURVEILLANCE: VIDEO, MONITORING AND MOBILITY IN BRAZIL1
By Fernanda Bruno

Surveillance and mobility have historically maintained close relations: the demarcation of borders and territorial protections, the control of migration and the flow of people, goods, diseases etc. all represent ancient lineages of the intersections between these two processes (Salter & Zureik,...

MOBILE TECHNOLOGIES AS PRODUCTION PLATFORMS IN BRAZILIAN JOURNALISM
By Fernando Firmino da Silva

Mobile communication studies have expanded from within various disciplinary areas (in sociology, communication, cyberculture and cultural studies, for example), instigated by they way that practices arising from the emergence of new digital mobile technologies1 and wireless connection...

WIRELESS INTERNET ACCESS: THE SAME OLD PROBLEM AND THE CITY?S NEW AGENDA
By Fabio B. Josgrilberg

Over the last few years, the provision of wireless broadband internet access has become part of governmental agendas at all levels, and in many different locations (Middleton & Crow, 2008). This inclusion of yet another 'new technology' on the political agenda, however, belies...

CLOUDS OF OPEN CONNECTION: OPEN SPECTRUM, DIGITAL TELEVISION AND DIGITAL INCLUSION
By Sergio Amadeu da Silveira

Low income communities and individuals in Brazil are now grasping the importance of the Internet. The boom in blogs and user-friendly databases worldwide have greatly expanded hypertextual writing and the production of news and information across the web. Even television programs disseminate...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Redação do Wall Street Journal


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Flash mob na TV

O canal Multishow colocou no ar um novo programa chamado Mob Brasil. A idéia é funcionar como uma flash mob pelas ruas de São Paulo com ações inusitadas. O programa é apresentado pela ex-vj da MTV, Didi Wagner. O segundo episódio do programa abordou o tema "Privacidade". Foram convocados vários "fotógrafos" para simularem uma ação de paparazzis. Porém no lugar de famosos o alvo eram pessoas comuns, que ficavam desnorteadas sem entender o que estava acontecendo. Veja o vídeo abaixo:

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Experiência de transmissão com o TwitCam: aplicação une o Twitter e webcam


Hoje participei de uma experiência interessante (GLOBAL TWITTER) unido o Twitter e LiveStream à convite do João Simão do Comunicamos e professor e pesquisador em Ciências da Comunicação na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Portugal. A experiência aconteceu da seguinte forma: as pessoas enviavam via Twitter as perguntas e eu respondia ao vivo em streaming. Foram em torno de 20 minutos respondendo sobre jornalismo móvel. Como a plataforma estava em beta seguem algumas considerações.

1.Utilizei a nova aplicação de stream chamada TwitCam da LiveStream lançada recentemente e que está integrada ao Twitter. Você entra com seu login e senha do Twitter no TwitCam, aciona a webcam e começa a transmitir instantaneamente e a gravação ficar armazenada em seguida para embed em blogs e sites.

2. A plataforma Global Twitter do Comunicamos reunia no mesmo ambiente a transmissão e as perguntas formuladas via Twitter.

3. A principal limitação de uma transmissão como está no fato de que outras pessoas não podem participar ao vivo e simultaneamente fazendo questões além do uso do Twitter. Outro problema identificado é a baixa resolução da tela quando ampliada, cheia. Em alguns momentos há um certo delay, mas nada comprometedor do acompanhamento.

A experiência valeu a pena pela facilidade e porque a ferramenta demonstrou estabilidade na transmissão com um áudio muito bom e sem queda e a flexibilidade de você conectar tudo pelo Twitter lançando, inclusive e automaticamente, o link para seus seguidores. (assista abaixo o vídeo na íntegra).